quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Pizzi marca na estreia

Avançado tornou-se o sétimo a fazê-lo no século 21
Quando aos 35 minutos Pizzi marcou o primeiro golo de Portugal em Libreville, tornou-se no mais recente internacional a fazer o gosto ao pé na primeira vez que veste a camisola das quinas. 
No século 21 foram sete a consegui-lo. Agora foi a vez do avançado do Depor.

No jornal "Record"

Minuto 35
Pizzi estreou-se pela Selecção e marcou um golo. De penalti é verdade, mas em todo o caso muito simbólico. E, como todos os golos, importante. Na circunstância, serviu para evitar que Gabão ganhasse alento quando minutos antes fez o 1-0.

Pizzi - Nota 3
Estreou-se pela Selecção Nacional num encontro particular e deu muito boa conta de si. Marcou um golo de penalti e, não realizando um exibição de encher o olho, foi esforçado e esclarecido, procurando desequilíbrios pelas alas ou pelo meio. Ou então fazendo uso da sua polivalência para ajudar os companheiros no meio-campo.
(Considerado o melhor pelo jornal)

Vasco Uva, jogador de râguebi
"Não foi um bom jogo, mas serviu para ver com quem se pode contar para o futuro. O Pizzi é um bom jogador e mostrou muita qualidade."

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Vídeo: Golo do Pizzi por Portugal

Para quem não viu o golo do Pizzi frente ao Gabão na sua estreia pela selecção aqui fica :)


Aproveito também para dizer que o orgulho por este jogador aumenta a cada jogo e a cada golo, sejam eles de penalti, livre ou de bola corrida. Nada muda.
Acredito, agora mais do que nunca, que quando criei esta página no dia 21 de Abril de 2011 estava a acreditar num jogador que todos os dias mostra querer mais, todos os dias mostra que não baixa a cabeça, ele vai à luta.
Foi a primeira internacionalização, o primeiro golo mas muitos mais estão para vir.
Obrigada por teres dado provas que acreditar em ti foi o melhor que já fiz. És um orgulho Campeão. O maior orgulho*


Gabão-Portugal, 2-2 (Pizzi marcou um golo)


Resumidamente, foi quase tudo mau. Mau relvado, mau resultado, péssima arbitragem e, no geral, mau teste (que teste?) da seleção portuguesa no Gabão. Do empate (2-2) com o 52º classificado do ranking da FIFA, salvam-se as estreias de Pizzi e Hélder Barbosa e, naturalmente, o tão falado cheque de 800 mil euros, pago pela organização do jogo como cachê de presença. Um tributo material ao prestígio internacional de que a seleção portuguesa ainda goza, em especial depois de um fantástico Europeu. 

Apetece recomendar aos responsáveis federativos que gastem bem. Só isso pode dar algum sentido a uma viagem que, para todos os efeitos, servirá para diluir esse tal prestígio e baixar um pouco mais na próxima atualização do ranking. Quanto ao resto, será preciso uma grande dose de visão para detetar no sucedido, no estádio de L Amitié, eventuais benefícios para o resto da campanha portuguesa de apuramento para o Mundial 2014, que recomeça em março.

Sem mais de meia equipa titular (Ronaldo, Coentrão, Nani, Meireles, Veloso e João Pereira), Paulo Bento assumiu de início a vocação experimental, com Pepe e João Moutinho como únicos elos de ligação para a estrutura base. Patrício, Postiga e Bruno Alves ficaram no banco (só o central viria a ser chamado) e, de resto, a palavra de ordem foi lugar aos não titulares.

A vocação experimentalista foi levada ao extremo com a titularidade do estreante Pizzi, a ladear Varela e Éder numa frente de ataque inédita, e com os recuperados Nélson e Sílvio com a tarefa de dinamizar as alas. Mas, a exemplo do próprio futebol, o impacto desejado pelo lançamento jogador do Corunha tardou a chegar. Antes, o jogo começou por pagar tributo a um relvado inqualificável, que obrigava os jogadores das duas equipas a limitar ao máximo a circulação de bola, nivelando o jogo (muito) por baixo.

Passaram 25 minutos de escaramuças inconsequentes, até aos primeiros esboços de remate. Mas foi preciso a entrada em cena de outro ator, o fraquíssimo árbitro ganês Joseph Lamptey, para o jogo se transformar definitivamente numa caricatura. Aos 32 minutos, o juiz assinalou penalti num lance dividido entre Sílvio e Lengouama. Madinda não falhou e desencadeou os primeiros festejos num estádio apenas semilotado.

Não duraram muito: na resposta, o árbitro viu mais um penalti, num derrube de Ndong a Éder. Pizzi, sempre competente nas bolas paradas, fez o 1-1 (35 m), e o jogo entrou num período de tréguas, só interrompidas por mais uma intervenção inacreditável de Lamptey, um árbitro que já esteve suspenso por três meses, devido a decisões igualmente grotescas, numa meia-final da Liga dos Campeões africanos. 

A desta noite ia direitinha para uma antologia do pior do ano. Tudo começou numa dividida ganha por Romaric a Pepe e num remate de Guelor que Beto desviou. A bola seguia para a baliza, mas Pepe salvou bem antes da linha. O árbitro começou a correr para o centro do terreno, perante a incredulidade geral, jogadores do Gabão incluídos, mas depois de ouvir o assistente, voltou atrás na decisão. O intervalo chegava pouco depois, e os jogadores portugueses pareciam perguntar a si próprios onde era a saída para este jogo surreal.

Na segunda parte o panorama não melhorou: a troca de Rúbens (Amorim por Micael) e de centrais não acrescentou nada ao jogo português, cada vez mais incaracterístico. Na pior fase lusa, o recém-entrado Hugo Almeida, em posição de fora de jogo, aproveitou uma das raras boas subidas de Nélson, na direita, para dar vantagem à seleção portuguesa. Durou pouco, porque Lamptey assinalou o segundo penalti da noite, num corte de Ricardo Costa, que ressaltou no braço do defesa.

Os minutos finais, com substituições sucessivas, foram penosos, com o Gabão a aproveitar a tremideira lusa para desperdiçar as melhores ocasiões. Portugal fecha 2012 com o terceiro jogo seguido sem vitória e volta com um cachet importante, mas que não pode justificar muito mais aventuras como esta.

Fonte: Mais Futebol

Hoje temos jogo!


Hoje às 19:30 Gabão - Portugal na RTP1.

Jogo particular.

Onze inicial de Portugal: 
Beto; 
Nélson, Pepe, Ricardo Costa e Sílvio; 
Custódio, Moutinho e Ruben Micael; 
Varela, Pizzi e Éder.

Mas que boa noticia :D
Pizzi irá ser titular no jogo de esta noite! Sempre contigo Campeão! Mostra o teu valor, acreditamos sempre em ti :')
És um orgulho!

Capa do Record


Éder e Pizzi de início


Estreias. Se o extremo vai ter a primeira internacionalização, o ponta de lança joga pela primeira vez como titular, ao lado de mais três bracarenses.

O azar de uns pode ser a sorte de outros. A frase foi ontem proferida por Paulo Bento, em conferência de imprensa, e aplica-se na perfeição para a Selecção Nacional que hoje vai entrar em campo.


segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Informação

A selecção portuguesa viajou esta tarde para o Gabão onde Quarta-feira realiza um jogo amigável com a selecção local.

sábado, 10 de novembro de 2012

We Are Depor: La Liga Reality Series - Episode 10


Neste episódio temos um duelo engraçado entre Pizzi e Roderick :)
Wild West Style ;D
Vejam o vídeo, vale bem a pena!

Pizzi é expulso e Saragoça dá reviravolta com bis de Postiga


Foi uma noite de emoções fortes para os portugueses que participaram no Saragoça-Corunha, no Estádio La Romareda. O Saragoça venceu por 5-2, tendo marcado quatro golos em vinte minutos. Hélder Postiga marcou dois, somando já seis na liga espanhola, mas tudo começou em... Pizzi.


Num jogo que começou com quatro portugueses (Hélder Postiga no Saragoça, Tiago Pinto, Zé Castro, Pizzi e Bruno Gama no Corunha) e ainda teve Bruno Gama (também Corunha) na segunda parte, a formação galega saiu na frente e pareceu ter o jogo controlado durante muito tempo.



Bruno Gama abriu o marcador logo aos doze minutos, após assistência de Pizzi, e Riki fez o 2-0, aos 21 minutos, após um grave erro de Zuculini. O guarda-redes Roberto nada podia fazer nas duas situações. Aos 28 minutos, Tiago Pinto fez penalty por mão na bola e Apoño reduziu de penalty.



Ainda antes do intervalo, Postiga quase empatava de cabeça, mas Aranzubia fez grande defesa. Ficou o aviso para a segunda parte. Ora como se nota, este estava a ser um jogo marcado pela importância dos portugueses: uma importância que se tornou maior a partir dos 49 minutos.


Nessa altura Pizzi entrou na área, simulou uma grande penalidade e viu o segundo amarelo. Foi expulso após um ato irrefletido e mudou completamente a cara do jogo. Com mais um jogador, o Saragoça partiu para cima do Corunha e fez os tais quatro golos em vinte minutos. Imperdoável.


A reviravolta começou com um golo de Montañes, aos 60 minutos, e concretizou-se com um golo de Álvaro, aos 66 minutos. Depois apareceu Postiga: o avançado português fez o terceiro e o quarto golos, ambos de cabeça, aos 77 minutos e aos 82 minutos. Dois golos à ponta de lança, de resto.


Já no período de descontos, o Corunha reduziu para por Bodipo, após assistência de Bruno Gama. O extremo foi um dos melhores, tal como Postiga, mas foi incapaz de evitar a derrota do Depor. Foi a quinta vitória do Saragoça, que subiu ao oitavo lugar. O Corunha mantém-se em antepenúltimo.

Fonte: Mais Futebol

Hoje temos jogo!


Saragoça - Deportivo da Corunha às 19 horas na Sportv2 para a 11ª jornada da Liga Espanhola.
A equipa da casa encontra-se na 12ª posição com 2 pontos a mais que o Deportivo, 18º classificado.

Onze inicial:
Aranzubia; 
Laure, Aythami, Zé Castro, Tiago Pinto; 
Álex B., Juan Domínguez; Bruno Gama, Valerón, Pizzi
Riki.