O Deportivo empatou este Sábado frente ao Rayo Vallecano (0-0). Pizzi foi titular. O clube continua no último lugar.
terça-feira, 5 de março de 2013
sexta-feira, 1 de março de 2013
Informação!
Boa noite a todos :D
Este fim de semana, em principio, não irei conseguir colocar noticias relacionadas com o Pizzi e acompanhar o jogo de amanhã contra o Rayo Vallecano às 17 horas.
Entretanto deixo alguns links:
Link para acompanharem o jogo: Link
Link para saberem o 11 titular (normalmente colocam 1 hora antes do jogo):Link
Agradeço a compreensão. Força Pizzi :)
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013
Pizzi: «Era mais fácil jogar num grande se fosse estrangeiro»
A falta de aposta nos talentos portugueses e a vontade de vencer no Atlético Madrid
«A nível pessoal o balanço é positivo, mas claro que não totalmente por causa desta situação difícil da equipa no campeonato. Mas estou a afirmar-me num grande campeonato, tenho tido os minutos que queria e sinto que estou a evoluir», começa por dizer, em conversa com o Maisfutebol.
Os números corroboram o discurso. Já fez 24 jogos, quase sempre como titular, entre campeonato e Taça. Marcou oito golos, alguns de belo efeito. Até onde vai, então, Pizzi?
«O próximo grande desafio da minha carreira é afirmar-me no Atlético de Madrid, que é o clube com o qual tenho contrato. Quero muito dar esse passo na minha afirmação como jogador. É lá que quero estar para o ano, mas para já tenho a cabeça no Deportivo para tentarmos garantir a manutenção», assegura.
E voltar a Portugal, pode acontecer? «Se surgir uma oportunidade boa, é claro que gostava de voltar», responde.
De facto, o talento de Pizzi talvez nunca tenha sido verdadeiramente apreciado em Portugal. Despontou no Sp. Covilhã, cresceu no Paços de Ferreira e quando parecia que ia explodir em Braga mudou-se para o país vizinho.
Andarão os grandes desatentos? Pizzi frisa que já jogou num «grande clube» português, como é o Sp. Braga, mas comenta o tema.
«Os jovens portugueses não têm a mesma facilidade de entrar nos grandes clubes em Portugal. Não há a aposta que deveria haver nos talentos portugueses. Acabamos por nos ver na quase na obrigação de emigrar se queremos jogar ao mais alto nível. Se fosse estrangeiro se calhar era mais fácil», acrescenta.
Mas mesmo longe do país há algumas alturas em que espera poder regressar: os jogos da seleção nacional. «É o objetivo de todos os jogadores portugueses», lembra.
«Quero muito tornar-me um indiscutível para o mister Paulo Bento e vou trabalhar para isso, porque com esse esforço também ajudo o Deportivo», sublinhou. E já com o calor do Brasil no pensamento: «Estar no Mundial 2014 é um dos meus sonhos. Sei que tenho de trabalhar muito para isso, mas estou cá para isso.»
Pizzi nunca viu o empréstimo ao Deportivo como um passo atrás na carreira. Depois de uma temporada intermitente no Atlético Madrid, o avançado português seguiu para a Corunha, onde encontrou uma equipa de objetivos mais modestos mas que lhe permite explanar o seu futebol. E o português está a gostar.
Fonte: Mais Futebol
Corunha portuguesa: o sangue lusitano do Depor
Bruno Gama e Pizzi falam da vida, do convívio, dos jantares (festas não!) e da bola no clube mais português de Espanha.
Na fria manhã de domingo, o tema de conversa ainda era o jogo com o Real Madrid. Apesar da derrota, nota-se um ambiente leve entre os vários adeptos que assistem, ao longe, ao treino da equipa principal do Deportivo. Lá no meio, a armada portuguesa.
Bruno Gama e Pizzi, titulares frente ao Real Madrid, saem mais cedo, depois de um apronto ligeiro. Nelson Oliveira entrou a 15 minutos do fim, mas fica com os não utilizados, num treino que não tem Silvio, que sofreu um traumatismo no jogo. André Santos, Zé Castro e Diogo Salomão completam o leque de portugueses.
Conversámos com os dois extremos titulares do Depor. Sentimento agridoce pelo que fizeram na véspera. «Foi injusto», resume Bruno Gama.
«Devíamos ter matado o jogo na primeira parte. Tivemos oportunidades para isso. Um golo de diferença é pouco contra uma equipa daquelas. Na segunda parte, jogadores como o Cristiano e o Ozil fizeram a diferença», lamenta.
Pizzi dá conta do que falta à equipa: «Para começar está a faltar tempo. E depois alguma sorte e maturidade. Temos deixado fugir alguns pontos perto do fim, temos falhado em momentos decisivos. Em Espanha isso paga-se caro.»
«A Corunha já é como uma casa»
Mas a conversa é mais do que um comentário à atualidade. Quisemos saber como é viver na Corunha com tantos companheiros que falam a mesma língua, num país diferente. Aqui ao lado, é certo, mas diferente.
«Ajuda na adaptação», admite Pizzi. «Ter tantos portugueses é diferente e torna tudo mais fácil. Sentes-te mais cómodo», continua. Bruno Gama aproveita a deixa, ele que está na Corunha há dois anos, ao contrário do companheiro. Tempo suficiente para ganhar fama entre os adeptos, como, aliás, já tinham dado conta ao nosso jornal. «Sinto o carinho das pessoas na rua. Fico contente. É muito bom quando vemos fazerem tudo para que nos sintamos bem aqui. A Corunha já é como uma casa para mim. Fui muito bem recebido e esse carinho que sinto é sinal que tenho feito bem o meu trabalho», destaca.
O futebol une-os mas não é ponto único na vida dos portugueses na Corunha. «Dá para nos juntarmos fora do mundo da bola», garante Bruno Gama. «Seja num almoço, num jantar, durante a tarde...Estamos juntos muitas vezes porque partilhamos algo em comum: somos portugueses num país diferente. É bom não estar cá sozinho», assume.
Os locais variam. Não há palco fixo. Um almoço na casa de Bruno Gama, um jantar na de Sílvio, um lanche na de Zé Castro. E festas? Há festas portuguesas na Corunha? Pizzi não aguenta a gargalhada: «Isso não! Jantares sim, festas é que não.»
A Liga Portuguesa e as surpresas Paços e Rio Ave
O campeonato português continua, contudo, a merecer a atenção dos filhos pródigos que partiram e ainda não voltaram. Ambos preveem luta até ao fim pelo título, curiosamente, quer Bruno Gama quer Pizzi marcaram um período nos dois clubes que, atualmente, são a sensação do campeonato.
Primeiro o Paços de Ferreira, onde Pizzi brilhou. «É uma satisfação enorme ver o campeonato que está a fazer, mas é um clube que já nos vinha habituando a fazer bons campeonatos. É estável e trabalha bem para dar boas condições aos jogadores. Mas claro que acaba por ser uma surpresa porque estar a lutar pela Champions não era de todo esperado», assume.
Depois o Rio Ave de Bruno Gama. Mais discreto, mas não muito. «É um clube muito bom, honesto e que merece a posição que ocupa», resume o avançado.
Longe da vista, perto do coração. «El mundo del futbol» também tem espaço para as memórias e os amigos.
«El Mundo del Futbol». O nome do centro de treinos do Deportivo é o mote perfeito para entrar nos bastidores da equipa mais portuguesa de Espanha. Foi no complexo com excelentes condições da pequena localidade de Magebondo, a vinte quilómetros da cidade, que o Maisfutebol foi recebido.
Fonte: Mais Futebol
domingo, 24 de fevereiro de 2013
Um por um: Deportivo - Real Madrid
(...)
Pizzi 8 - Dinâmico e ativo pela direita e pela esquerda. Imaginativo, mas excessivo com os recursos técnicos. Marcelo evitou que marcasse o segundo para a sua equipa.
(...)
Fonte: Riazor
Pizzi 8 - Dinâmico e ativo pela direita e pela esquerda. Imaginativo, mas excessivo com os recursos técnicos. Marcelo evitou que marcasse o segundo para a sua equipa.
(...)
Fonte: Riazor
Deportivo-Real Madrid, 1-2: como jogaram os portugueses
Pizzi
O perigo teve quase sempre o seu nome do lado do Deportivo. Dois remates, quase consecutivos, colocaram em sentido Diego Lopez, na primeira parte. O primeiro saiu por cima, o segundo rasou o poste com o guardião batido. Não ficou por aí. Assistiu Riki para o golo que abriu o jogo e viu Marcelo tirar-lhe um golaço sobre a linha. Enorme neste período, mas perdido no segundo tempo. Faltou-lhe fulgor, até porque teve mais espaço. Mas o Deportivo também teve menos bola.
Fonte: Mais Futebol
Deportivo-Real Madrid, 1-2
O Real Madrid pode jogar sem Cristiano Ronaldo? Pode, mas não é a mesma coisa. E quem diz Ronaldo diz Ozil. José Mourinho entrou no Riazor a pensar nos importantes compromissos que aí vêm. Deixou o português no banco, com Ozil, Kherira e Fábio Coentrão a fazer escolta. Arriscou. Talvez não contasse com a força do Deportivo que nem a lanterna vermelha apagou. Esteve quase a correr mal e valeu o golo de Higuaín, perto do fim para virar o jogo (1-2)
Primeiro, e mais importante, porque o Deportivo abordou o encontro com uma entrega incrível. Querendo fazer desta querela ponto de rutura com a situação delicada que atravessa, Fernando Vazquez, o homem que rendeu Domingos Paciência no banco, deixou uma mensagem clara: do outro lado estava uma super-equipa, sim, mas formada por 11 jogadores, como todas as outras.
Os seus homens acreditaram. Valerón, mesmo a passo, definia a estratégia. Pizzi e Bruno Gama eram setas sempre apontadas à baliza de Diego Lopez. No centro, Riki, o ponto de encontro da maioria das tentativas.
A juntar a isto esteve o apagão merengue. O onze de recurso não foi o que Mourinho esperava. Sem controlo no meio campo, o quarteto defensivo viu-se e desejou-se para suster as iniciativas da casa. Uma dava o mote para a seguinte. Até ao golo.
Pizzi abre, Riki recebe, parece perder ângulo, mas chuta forte. A bola passa entre o poste e Diego Lopez. Festa num Riazor quase cheio, mesmo em tempos conturbados. Poderia até ser maior se Marcelo não tirasse em cima da linha um golaço a Pizzi ou se Diego Lopez não se redimisse do golo sofrido com um voo que evitou golo de Bruno Gama.
Até ao intervalo, só uma perdida de Callejón na cara de Aranzubia mostrou a força do Real. O resto foi Depor, Depor, Depor.
Mourinho deu uns minutos de bonus aos mesmos onze do primeiro tempo antes de carregar no reset. Ronaldo, Ozil e Khedira, de uma vez, para o relvado. Acabou a brincadeira, foi a mensagem que passou.
Kaká, um dos resistentes, empatou pouco depois num remate cruzado fora da área. Ronaldo ameaçou uma vez com o pé direito, após nó cego a Bergantiños; duas vezes com a cabeça, respondendo a um centro da direita. À terceira...assistiu. Passe a furar a defesa contrária, Ronaldo na cara de Aranzubia e toque para o lado para um golo fácil.
Vitória pela margem mínima num jogo em que, pela primeira parte que fez, talvez o Deportivo merecesse o empate. Mas Mourinho deixou uma ideia simples no Riazor: ganhou o jogo quando quis.
Fonte: Mais Futebol
sábado, 23 de fevereiro de 2013
Hoje temos jogo!
Hoje às 19 horas temos jogo!
Deportivo da Corunha - Real Madrid para 25ª jornada.
O Depor é 20º classificado enquanto a equipa da capital é 3º.
Onze titular:
Aranzubia;
Sílvio, Marchena, Kaká, Ayoze;
Assunçao, Abel Aguilar;
Bruno Gama, Valerón, Pizzi;
Riki.
Adeptos do Deportivo esperavam mais de Nelson Oliveira
Frisam que não há xenofobia para os portugueses e aguardam um Real a pensar no Barcelona.
Nove em dez. A amostra não é gigante nem permite conclusões definitivas, mas dá para ter uma ideia geral do que pensam os adeptos do Deportivo da Corunha sobre o lote de portugueses que, esta temporada, veste as cores do clube.
Se Bruno Gama e Diogo Salomão, por exemplo, escapam incólumes às mordazes opiniões dos adeptos locais em dia de jogo grande com o Real Madrid, a desilusão, por estes lados, tem um nome: Nelson Oliveira.
De facto, entre os dez adeptos que entrevistámos, escolhidos ao acaso junto ao Estádio Riazor, apenas um dá o benefício da dúvida ao avançado português. Esteban acredita que algo se passará: «O Domingos quando chegou apostou nele e depois deixou-o logo de fora outra vez. O Fernando Vazquez já nem pegou nele. Acho que algo se passa e não é falta de qualidade.»
Aliás, as críticas às performances do avançado emprestado pelo Benfica centram-me mais nas expectativas que foram criadas do que no seu real valor este ano. «Esperávamos muito mais», assume José Luís. «Penso que não se adaptou ao clube», continua.
Jonathan Muñia, outro dos adeptos do Deportivo que passeava junto ao Riazor, vai mais longe: «O problema é mesmo a falta de entrega. Está muito mal. Não luta, não mostra vontade.»
Por isso, todos garantem que o problema dos adeptos, que os levou recentemente a interromper um treino da equipa ainda durante a era Domingos Paciência, está longe de ser com os portugueses. «Não é racismo, nem xenofobia», garante José Luís. Já Esteban diz que há, de facto, jogadores que não estão focados na equipa e esse problema afeta o rendimento. Mas não apenas lusitanos.
«Mas o Pizzi é um deles», atira. «Penso que não está nada compenetrado. Veio para aqui com a ideia de rodar na Liga espanhola. Vai ser muito bom jogador, não tenho dúvidas, mas não está focado», insiste. Carlos González deixa uma dica, em tom de brincadeira: «Era preciso uma bola para ele e outra para o resto da equipa.»
Pizzi o rei nas vendas de camisolas
Opinião contrária tem Carlos González que destaca o português entre os melhores da legião lusa. «Ele, o Bruno Gama e o Diogo Salomão. O Salomão tem que ter mais minutos», remata. Uma crítica já familiar de outras andanças, aliás.
Curiosamente, uma visita à loja do clube junto ao Riazor mostra apenas uma camisola de um jogador português: Nelson Oliveira. A funcionária esclarece que não quer dizer que seja o que se vende mais. «O mais procurado é o Pizzi», diz. Um jogador que divide opiniões, em suma.
No bar da Peña oficial do Deportivo escutamos mais algumas opiniões. Todas semelhantes. «Nelson Oliveira tem de dar mais». «Precisávamos de três ou quatro como o Bruno Gama». Opiniões para todos os gostos. Afinal, ser treinador de bancada está longe de ser exclusivo lusitano.
E o jogo de mais logo? A esperança não é muita mas existe. A opinião é consensual: «Um bom resultado vai galvanizar a equipa». Jonathan Munia já prevê que a manutenção chegue no último minuto da última jornada. Talvez com golo português.
Esteban deixa a dica que serve de remate: «O Real Madrid deverá entrar a pensar no Barcelona e as nossas hipóteses são essas. Mas eles têm o Cristiano Ronaldo e ele decide um jogo quando menos se espera.»
Se Bruno Gama e Diogo Salomão, por exemplo, escapam incólumes às mordazes opiniões dos adeptos locais em dia de jogo grande com o Real Madrid, a desilusão, por estes lados, tem um nome: Nelson Oliveira.
De facto, entre os dez adeptos que entrevistámos, escolhidos ao acaso junto ao Estádio Riazor, apenas um dá o benefício da dúvida ao avançado português. Esteban acredita que algo se passará: «O Domingos quando chegou apostou nele e depois deixou-o logo de fora outra vez. O Fernando Vazquez já nem pegou nele. Acho que algo se passa e não é falta de qualidade.»
Aliás, as críticas às performances do avançado emprestado pelo Benfica centram-me mais nas expectativas que foram criadas do que no seu real valor este ano. «Esperávamos muito mais», assume José Luís. «Penso que não se adaptou ao clube», continua.
Jonathan Muñia, outro dos adeptos do Deportivo que passeava junto ao Riazor, vai mais longe: «O problema é mesmo a falta de entrega. Está muito mal. Não luta, não mostra vontade.»
Por isso, todos garantem que o problema dos adeptos, que os levou recentemente a interromper um treino da equipa ainda durante a era Domingos Paciência, está longe de ser com os portugueses. «Não é racismo, nem xenofobia», garante José Luís. Já Esteban diz que há, de facto, jogadores que não estão focados na equipa e esse problema afeta o rendimento. Mas não apenas lusitanos.
«Mas o Pizzi é um deles», atira. «Penso que não está nada compenetrado. Veio para aqui com a ideia de rodar na Liga espanhola. Vai ser muito bom jogador, não tenho dúvidas, mas não está focado», insiste. Carlos González deixa uma dica, em tom de brincadeira: «Era preciso uma bola para ele e outra para o resto da equipa.»
Pizzi o rei nas vendas de camisolas
Opinião contrária tem Carlos González que destaca o português entre os melhores da legião lusa. «Ele, o Bruno Gama e o Diogo Salomão. O Salomão tem que ter mais minutos», remata. Uma crítica já familiar de outras andanças, aliás.
Curiosamente, uma visita à loja do clube junto ao Riazor mostra apenas uma camisola de um jogador português: Nelson Oliveira. A funcionária esclarece que não quer dizer que seja o que se vende mais. «O mais procurado é o Pizzi», diz. Um jogador que divide opiniões, em suma.
No bar da Peña oficial do Deportivo escutamos mais algumas opiniões. Todas semelhantes. «Nelson Oliveira tem de dar mais». «Precisávamos de três ou quatro como o Bruno Gama». Opiniões para todos os gostos. Afinal, ser treinador de bancada está longe de ser exclusivo lusitano.
E o jogo de mais logo? A esperança não é muita mas existe. A opinião é consensual: «Um bom resultado vai galvanizar a equipa». Jonathan Munia já prevê que a manutenção chegue no último minuto da última jornada. Talvez com golo português.
Esteban deixa a dica que serve de remate: «O Real Madrid deverá entrar a pensar no Barcelona e as nossas hipóteses são essas. Mas eles têm o Cristiano Ronaldo e ele decide um jogo quando menos se espera.»
Fonte: Mais Futebol
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
Pizzi "Mou e CR7 não são pessoas apreciadas em Espanha e outros sítios"
O português Luis Miguel Afonso Fernandes "Pizzi", médio do Deportivo, defendeu os seus compatriotas do Real Madrid, Cristiano Ronaldo e José Mourinho, os que enfrentará amanhã em Riazor e dos quais disse que "não são pessoas apreciadas em Espanha e outros sítios".
"Em Espanha e em outros sítios não são pessoas apreciadas ou que as pessoas gostem muito. Conheço bem o Cristiano, é companheiro na seleção e é muito boa pessoa e um grande jogador. Sabemos que pode resolver um jogo e temos que estar preparados. Quanto a Mourinho, os títulos falam por ele. É um grande treinador", manifestou na roda de imprensa.
O internacional luso afirmou que o plantel deve estar "preparado para sofrer" frente a um rival que conta com os melhores jogadores do mundo". Mas nada é impossível e queremos dar uma alegria aos adeptos, vamos tentar fazer mais que eles, correr mais e desde o primeiro minuto porque assim temos mais possibilidades".
"Há que estar concentrados e dar mais do que demos nos outros jogos. O treinador disse-nos para estarmos tranquilos, unidos e mais juntos e defender mais, ser solidários, estar concentrados, dar um pouco mais e sair ao contra-ataque".
Pizzi apoiou-se em outras equipas que estavam em zona de rebaixamento da classificação como o Granada que conseguiu iniciar a reviravolta com uma vitória contra os brancos, algo que aspira na Liga BBVA.
"Outras equipas já responderam contra o Real Madrid como o Granada e nós temos que nos mentalizar de que é possível", indicou o médio que também vê a "possibilidade da permanência", porque o Deportivo não está "morto".
Uma vitória frente ao Real Madrid poderia ajudar o Atlético de Madrid, a equipa a que pertence, a consolidar o seu segundo lugar na Liga, mas nem Pizzi nem o seu companheiro Silvio Azevedo distraem-se com esse pensamento.
"Silvio e eu temos contrato com o Atlético mas neste momento não pensamos nisso. Estamos no Depor e queremos sair desta situação complicada. Não estamos pensando em ajudar o Atlético, mas se ganharmos está claro que os favorecemos".
O médio do Deportivo agradeceu que com a entrada do clube em falência e com o levantamentos de vários embargos pelo tribunal lhes permitiu receber o pagamento de Janeiro depois de vários meses sem ele.
"Quando não ganhas é uma situação complicada. Ninguém gosta de trabalhar e no final do mês não ter nada na conta, mas nós confiamos numa grande equipa que tem muita história e temos que nos concentrar a fazer o nosso trabalho", disse.
Fonte: Marca
Traduzido por: Pizzi Fernandes Fãs
Deportivo: Pizzi convocados para embate com Real Madrid
A lista de convocados do Deportivo para a receção ao Real Madrid conta com seis jogadores portugueses.
O médio português André Santos ficou de fora da convocatória do Depor.
Eis a lista de convocados:
Aranzubia, Alex, José Castro, Pizzi, Juan Domínguez, Riki, Assunçao, Lux, Abel Aguilar, Bruno Gama, Ayoze, Camuñas, Sílvio, Jesús Vázquez, Valerón, Salomão, Kaká, Marchena e Nelson Oliveira.
Fonte: A Bola
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
sábado, 16 de fevereiro de 2013
Beto chega para seis compatriotas
Do outro lado estavam seis compatriotas, mas Beto levou a melhor, já que o Sevilha venceu por 3-1 o Deportivo de Sílvio, Zé Castro, Bruno Gama, Pizzi (estes titulares), Nélson Oliveira e Salomão (suplentes utilizados). Domingos saiu, mas a equipa da Corunha, que estreou Fernando Vazquez no banco, sofreu a quinta derrota consecutiva e continua afundada no último lugar da Liga espanhola.
Muito frágil defensivamente, a formação visitante sofreu o primeiro golo logo aos seis minutos, com Rakitic a surgir ao segundo poste para concluir, de cabeça, um cruzamento da direita.
A figura do jogo seria, contudo, o chileno Gary Medel, autor de dois golos: o primeiro aos 27 minutos e o segundo aos 40. Pelo meio marcou o «Depor», por Riki (32m).
Na segunda parte destacou-se Beto, para desespero dos compatriotas. Aos 73 minutos defendeu um remate de Pizzi, a passe de Nélson Oliveira, que tinha entrado oito minutos antes. Aos 77 o guarda-redes mereceu mesmo uma ovação, por ter defendido um cabeceamento de Bruno Gama, após cruzamento de Salomão (75m).
Fonte: Mais Futebol
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