Aranzubia, Silvio, Aythami, Insua, Manuel Pablo, Abel Aguilar, Assunçao, Bruno, Pizzi, Valerón e Nelson.
sábado, 9 de março de 2013
Hoje temos jogo!
Hoje às 19 horas, Barcelona - Deportivo da Corunha para a 27ª jornada do campeonato espanhol.
O Barça é 1º classificado enquanto o Depor continua em último. 51 pontos separam as duas equipas.
Na primeira volta o Depor perdeu por 4-5 com Pizzi a fazer dois golos (penalti e livre directo), que esta noite faça de novo o gosto ao pé :)
terça-feira, 5 de março de 2013
Informação
Pizzi foi pré-convocado pela seleção nacional para os jogos de classificação contra o Israel e Azerbaijão. Convocatória definitiva no dia 15 de Março. Força Pizzi :D
Deportivo 0-0 Rayo Vallecano
O Deportivo empatou este Sábado frente ao Rayo Vallecano (0-0). Pizzi foi titular. O clube continua no último lugar.
sexta-feira, 1 de março de 2013
Informação!
Boa noite a todos :D
Este fim de semana, em principio, não irei conseguir colocar noticias relacionadas com o Pizzi e acompanhar o jogo de amanhã contra o Rayo Vallecano às 17 horas.
Entretanto deixo alguns links:
Link para acompanharem o jogo: Link
Link para saberem o 11 titular (normalmente colocam 1 hora antes do jogo):Link
Agradeço a compreensão. Força Pizzi :)
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013
Pizzi: «Era mais fácil jogar num grande se fosse estrangeiro»
A falta de aposta nos talentos portugueses e a vontade de vencer no Atlético Madrid
«A nível pessoal o balanço é positivo, mas claro que não totalmente por causa desta situação difícil da equipa no campeonato. Mas estou a afirmar-me num grande campeonato, tenho tido os minutos que queria e sinto que estou a evoluir», começa por dizer, em conversa com o Maisfutebol.
Os números corroboram o discurso. Já fez 24 jogos, quase sempre como titular, entre campeonato e Taça. Marcou oito golos, alguns de belo efeito. Até onde vai, então, Pizzi?
«O próximo grande desafio da minha carreira é afirmar-me no Atlético de Madrid, que é o clube com o qual tenho contrato. Quero muito dar esse passo na minha afirmação como jogador. É lá que quero estar para o ano, mas para já tenho a cabeça no Deportivo para tentarmos garantir a manutenção», assegura.
E voltar a Portugal, pode acontecer? «Se surgir uma oportunidade boa, é claro que gostava de voltar», responde.
De facto, o talento de Pizzi talvez nunca tenha sido verdadeiramente apreciado em Portugal. Despontou no Sp. Covilhã, cresceu no Paços de Ferreira e quando parecia que ia explodir em Braga mudou-se para o país vizinho.
Andarão os grandes desatentos? Pizzi frisa que já jogou num «grande clube» português, como é o Sp. Braga, mas comenta o tema.
«Os jovens portugueses não têm a mesma facilidade de entrar nos grandes clubes em Portugal. Não há a aposta que deveria haver nos talentos portugueses. Acabamos por nos ver na quase na obrigação de emigrar se queremos jogar ao mais alto nível. Se fosse estrangeiro se calhar era mais fácil», acrescenta.
Mas mesmo longe do país há algumas alturas em que espera poder regressar: os jogos da seleção nacional. «É o objetivo de todos os jogadores portugueses», lembra.
«Quero muito tornar-me um indiscutível para o mister Paulo Bento e vou trabalhar para isso, porque com esse esforço também ajudo o Deportivo», sublinhou. E já com o calor do Brasil no pensamento: «Estar no Mundial 2014 é um dos meus sonhos. Sei que tenho de trabalhar muito para isso, mas estou cá para isso.»
Pizzi nunca viu o empréstimo ao Deportivo como um passo atrás na carreira. Depois de uma temporada intermitente no Atlético Madrid, o avançado português seguiu para a Corunha, onde encontrou uma equipa de objetivos mais modestos mas que lhe permite explanar o seu futebol. E o português está a gostar.
Fonte: Mais Futebol
Corunha portuguesa: o sangue lusitano do Depor
Bruno Gama e Pizzi falam da vida, do convívio, dos jantares (festas não!) e da bola no clube mais português de Espanha.
Na fria manhã de domingo, o tema de conversa ainda era o jogo com o Real Madrid. Apesar da derrota, nota-se um ambiente leve entre os vários adeptos que assistem, ao longe, ao treino da equipa principal do Deportivo. Lá no meio, a armada portuguesa.
Bruno Gama e Pizzi, titulares frente ao Real Madrid, saem mais cedo, depois de um apronto ligeiro. Nelson Oliveira entrou a 15 minutos do fim, mas fica com os não utilizados, num treino que não tem Silvio, que sofreu um traumatismo no jogo. André Santos, Zé Castro e Diogo Salomão completam o leque de portugueses.
Conversámos com os dois extremos titulares do Depor. Sentimento agridoce pelo que fizeram na véspera. «Foi injusto», resume Bruno Gama.
«Devíamos ter matado o jogo na primeira parte. Tivemos oportunidades para isso. Um golo de diferença é pouco contra uma equipa daquelas. Na segunda parte, jogadores como o Cristiano e o Ozil fizeram a diferença», lamenta.
Pizzi dá conta do que falta à equipa: «Para começar está a faltar tempo. E depois alguma sorte e maturidade. Temos deixado fugir alguns pontos perto do fim, temos falhado em momentos decisivos. Em Espanha isso paga-se caro.»
«A Corunha já é como uma casa»
Mas a conversa é mais do que um comentário à atualidade. Quisemos saber como é viver na Corunha com tantos companheiros que falam a mesma língua, num país diferente. Aqui ao lado, é certo, mas diferente.
«Ajuda na adaptação», admite Pizzi. «Ter tantos portugueses é diferente e torna tudo mais fácil. Sentes-te mais cómodo», continua. Bruno Gama aproveita a deixa, ele que está na Corunha há dois anos, ao contrário do companheiro. Tempo suficiente para ganhar fama entre os adeptos, como, aliás, já tinham dado conta ao nosso jornal. «Sinto o carinho das pessoas na rua. Fico contente. É muito bom quando vemos fazerem tudo para que nos sintamos bem aqui. A Corunha já é como uma casa para mim. Fui muito bem recebido e esse carinho que sinto é sinal que tenho feito bem o meu trabalho», destaca.
O futebol une-os mas não é ponto único na vida dos portugueses na Corunha. «Dá para nos juntarmos fora do mundo da bola», garante Bruno Gama. «Seja num almoço, num jantar, durante a tarde...Estamos juntos muitas vezes porque partilhamos algo em comum: somos portugueses num país diferente. É bom não estar cá sozinho», assume.
Os locais variam. Não há palco fixo. Um almoço na casa de Bruno Gama, um jantar na de Sílvio, um lanche na de Zé Castro. E festas? Há festas portuguesas na Corunha? Pizzi não aguenta a gargalhada: «Isso não! Jantares sim, festas é que não.»
A Liga Portuguesa e as surpresas Paços e Rio Ave
O campeonato português continua, contudo, a merecer a atenção dos filhos pródigos que partiram e ainda não voltaram. Ambos preveem luta até ao fim pelo título, curiosamente, quer Bruno Gama quer Pizzi marcaram um período nos dois clubes que, atualmente, são a sensação do campeonato.
Primeiro o Paços de Ferreira, onde Pizzi brilhou. «É uma satisfação enorme ver o campeonato que está a fazer, mas é um clube que já nos vinha habituando a fazer bons campeonatos. É estável e trabalha bem para dar boas condições aos jogadores. Mas claro que acaba por ser uma surpresa porque estar a lutar pela Champions não era de todo esperado», assume.
Depois o Rio Ave de Bruno Gama. Mais discreto, mas não muito. «É um clube muito bom, honesto e que merece a posição que ocupa», resume o avançado.
Longe da vista, perto do coração. «El mundo del futbol» também tem espaço para as memórias e os amigos.
«El Mundo del Futbol». O nome do centro de treinos do Deportivo é o mote perfeito para entrar nos bastidores da equipa mais portuguesa de Espanha. Foi no complexo com excelentes condições da pequena localidade de Magebondo, a vinte quilómetros da cidade, que o Maisfutebol foi recebido.
Fonte: Mais Futebol
domingo, 24 de fevereiro de 2013
Um por um: Deportivo - Real Madrid
(...)
Pizzi 8 - Dinâmico e ativo pela direita e pela esquerda. Imaginativo, mas excessivo com os recursos técnicos. Marcelo evitou que marcasse o segundo para a sua equipa.
(...)
Fonte: Riazor
Pizzi 8 - Dinâmico e ativo pela direita e pela esquerda. Imaginativo, mas excessivo com os recursos técnicos. Marcelo evitou que marcasse o segundo para a sua equipa.
(...)
Fonte: Riazor
Deportivo-Real Madrid, 1-2: como jogaram os portugueses
Pizzi
O perigo teve quase sempre o seu nome do lado do Deportivo. Dois remates, quase consecutivos, colocaram em sentido Diego Lopez, na primeira parte. O primeiro saiu por cima, o segundo rasou o poste com o guardião batido. Não ficou por aí. Assistiu Riki para o golo que abriu o jogo e viu Marcelo tirar-lhe um golaço sobre a linha. Enorme neste período, mas perdido no segundo tempo. Faltou-lhe fulgor, até porque teve mais espaço. Mas o Deportivo também teve menos bola.
Fonte: Mais Futebol
Deportivo-Real Madrid, 1-2
O Real Madrid pode jogar sem Cristiano Ronaldo? Pode, mas não é a mesma coisa. E quem diz Ronaldo diz Ozil. José Mourinho entrou no Riazor a pensar nos importantes compromissos que aí vêm. Deixou o português no banco, com Ozil, Kherira e Fábio Coentrão a fazer escolta. Arriscou. Talvez não contasse com a força do Deportivo que nem a lanterna vermelha apagou. Esteve quase a correr mal e valeu o golo de Higuaín, perto do fim para virar o jogo (1-2)
Primeiro, e mais importante, porque o Deportivo abordou o encontro com uma entrega incrível. Querendo fazer desta querela ponto de rutura com a situação delicada que atravessa, Fernando Vazquez, o homem que rendeu Domingos Paciência no banco, deixou uma mensagem clara: do outro lado estava uma super-equipa, sim, mas formada por 11 jogadores, como todas as outras.
Os seus homens acreditaram. Valerón, mesmo a passo, definia a estratégia. Pizzi e Bruno Gama eram setas sempre apontadas à baliza de Diego Lopez. No centro, Riki, o ponto de encontro da maioria das tentativas.
A juntar a isto esteve o apagão merengue. O onze de recurso não foi o que Mourinho esperava. Sem controlo no meio campo, o quarteto defensivo viu-se e desejou-se para suster as iniciativas da casa. Uma dava o mote para a seguinte. Até ao golo.
Pizzi abre, Riki recebe, parece perder ângulo, mas chuta forte. A bola passa entre o poste e Diego Lopez. Festa num Riazor quase cheio, mesmo em tempos conturbados. Poderia até ser maior se Marcelo não tirasse em cima da linha um golaço a Pizzi ou se Diego Lopez não se redimisse do golo sofrido com um voo que evitou golo de Bruno Gama.
Até ao intervalo, só uma perdida de Callejón na cara de Aranzubia mostrou a força do Real. O resto foi Depor, Depor, Depor.
Mourinho deu uns minutos de bonus aos mesmos onze do primeiro tempo antes de carregar no reset. Ronaldo, Ozil e Khedira, de uma vez, para o relvado. Acabou a brincadeira, foi a mensagem que passou.
Kaká, um dos resistentes, empatou pouco depois num remate cruzado fora da área. Ronaldo ameaçou uma vez com o pé direito, após nó cego a Bergantiños; duas vezes com a cabeça, respondendo a um centro da direita. À terceira...assistiu. Passe a furar a defesa contrária, Ronaldo na cara de Aranzubia e toque para o lado para um golo fácil.
Vitória pela margem mínima num jogo em que, pela primeira parte que fez, talvez o Deportivo merecesse o empate. Mas Mourinho deixou uma ideia simples no Riazor: ganhou o jogo quando quis.
Fonte: Mais Futebol
sábado, 23 de fevereiro de 2013
Hoje temos jogo!
Hoje às 19 horas temos jogo!
Deportivo da Corunha - Real Madrid para 25ª jornada.
O Depor é 20º classificado enquanto a equipa da capital é 3º.
Onze titular:
Aranzubia;
Sílvio, Marchena, Kaká, Ayoze;
Assunçao, Abel Aguilar;
Bruno Gama, Valerón, Pizzi;
Riki.
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